sexta-feira, 31 de agosto de 2007
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Sobre homens e bolsas
É para acabar com essa injustiça que eu lanço aqui a campanha pela volta (e permanência) da moda de bolsas para homens. Sim, porque eu me lembro bem que quando eu era criança, homem usava bolsa. Os mais ripongas usavam umas de couro a tiracolo (meu pai era um), mas também tinha umas que pareciam carteiras grandes, as capangas (nome que eu achava muito engraçado na época). Tempos depois veio a moda das hediondas pochetes de Bali. Eram abomináveis, sim, mas atire a primeira pedra quem tem por volta dos 30 anos e não teve seu exemplar da bolsinha indonésia.
Sarah Kay e sua indefectível ankle boot
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Nana
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15:47
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sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Nos braços de Morfeu
[desenho do Weno]Sujeito: - Tô com saudade. Vamos nos ver mais tarde?
Namorada (já sabendo que Sujeito vai demorar mais que ela na academia): - Vamos sim. Me liga quando sair daqui.
Sete da noite. Namorada sai toda alongada e feliz da vida da academia. Era o primeiro dia de pilates depois de quase seis meses em que estivera afastada por falta de tempo ($). Chega em casa, toma um banho, prepara um suco e uma comidinha, alimenta-se, vai ver um pouco de TV.
Nove e meia da noite. Finalmente, Sujeito telefona.
Sujeito: - Oi, linda. Me desculpa, cheguei em casa, deitei um pouquinho e peguei no sono. Só acordei agora.
Namorada (ainda sob o efeito calmante do pilates): - Não tem problema. Quer vir aqui em casa?
Sujeito (aparentemente empolgado com a idéia): - Vou só trocar de roupa e estou indo.
Onze da noite. Sujeito ainda não chegou. Namorada começa a ficar preocupada. Afinal, Sujeito mora a dez minutos a pé da casa dela. Resolve telefonar para ver o que houve. Liga duas vezes e ninguém atende. Agora Namorada está realmente preocupada. Será que ele foi assaltado? Atropelado numa das duas ruas que ele tinha que atravessar pra chegar aqui? Pensamentos horríveis passam pela cabeça de Namorada.
Onze e meia. Namorada tenta ligar de novo. Dessa vez, Sujeito atende.
Sujeito (com voz de sono misturado com susto): – Alô.
Namorada: – O que aconteceu?!
Sujeito: - Dormi de novo... Desculpa, tô indo praí agora.
Namorada (incrédula, furiosa, irada, indignada): – Não! Você não vem mais, não.
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Nana
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15:31
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quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Você rói unhas? Vai se tratar!
Foi criado na Holanda o primeiro centro especializado no tratamento de onicofagia - o vício de roer as unhas. A clínica funciona na cidade de Venlo e espera receber pacientes do mundo todo. Estima-se que só na Holanda 2 milhões de pessoas tenham esse vício.
Segundo pesquisa, 45% dos adolescentes, 33% das crianças e 15% dos adultos são roedores compulsivos de unhas. E parece que o negócio funciona mesmo: 98% das pessoas que se submetem ao tratamento de quatro semanas conseguem parar.
Eu me pergunto: como será esse tratamento? Lá em casa, minha mãe começou oferecendo brindes para quem tivesse unhas para cortar. O método não funcionou e ela partiu pra uma estratégia mais pesada: comprou um esmalte com gosto ruim, passou nos sabugos das nossas unhas e disse que era 'esmalte de barata'. Traumatizou.
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Nana
às
15:57
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sexta-feira, 10 de agosto de 2007
O dia em que o BR foi pro brejo
Recanto das Cigarras - foto do site da UFVCoitado do BR
Mas então: a família do Claudião ia chegar em poucos dias para a formatura e o cabeça de vento não tinha reservado hotel para eles. Agora todas as vagas em hotéis já estavam reservadas. Como eu já conhecia a família – incrível, por sinal; depois do fim do namoro, senti mais falta deles que do namorado propriamente dito –, ofereci o chalé para a hospedagem.
Na véspera da chegada da família, fizemos uma feijoada no chalé. Depois, todos foram a uma festa e eu fiquei, para tomar banho e me arrumar. Depois encontraria o pessoal na cidade. Mas na hora de ir, ao ligar o meu carro, verifiquei que estava com muito pouca gasolina. Resolvi ir com o BR. Tirei o carro e saltei para fechar o portão. Deixei o BR ligado e, juro!, o freio de mão puxado. Quando estava fechando o portão, senti um movimento atrás de mim. Olhei e já era tarde demais: o BR estava descendo a ladeira a toda velocidade. Cruzou a rua de baixo, voou por cima do meio-fio, continuou descendo o morro de terra que vinha em seguida e parou quando bateu em uma árvore. Desci a ladeira atrás, praticamente rolando .
O acesso ao carro era difícil, mas eu consegui chegar até lá e fazer o que estava ao meu alcance no momento: desliguei o motor e peguei a chave. O terreno era íngreme, não tinha como subir de ré, e eu não tinha a menor idéia de onde conseguir um guincho em Viçosa àquela hora. Como diz a minha avó, o que não tem remédio remediado está. Subi a ladeira, peguei meu carro e fui pra festa.
Dormi na minha casa e só voltei ao chalé no dia seguinte. Chegando lá, dei de cara com a perplexa família do Claudião, olhando de boca aberta pro carro lá embaixo. Chamei um guincho que me custou (nunca vou me esquecer) 70 reais, preço muito acima do mercado de guinchos da cidade e uma fortuna para mim na época. Só me senti um pouco melhor quando o explorador dono do guincho enfiou a mão numa árvore cheia de espinhos no tronco. Bem feito!
Tive que agüentar muita gozação o fim de semana inteiro. E depois, durante os quatro anos em que namorei o Cláudio, fui obrigada a contar essa história muitas vezes, pra todos os membros da família que não tinham ido à formatura.
Epílogo
Como o BR é feito de fibra de vidro, em vez de amassar ele quebra. Nesse caso, o pára-choque ficou todo trincado. Levei uma merecida bronca da Vivi. O carrinho, coitado, nunca mais foi o mesmo – ainda passou um tempo com a Vivi e depois foi vendido. Não tenho idéia de quem foi o maluco que comprou.
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Nana
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00:56
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quinta-feira, 9 de agosto de 2007
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
O mundo está mais bonito hoje ou é impressão minha?
[ilustração do weno]Ontem recebi uma notícia excelente: não vou mais ter que viajar na semana que vem! Isso significa que vou poder matar bem direitinho a saudade do meu amor! Aiai...
(Mas pra Catarina a novidade foi péssima, tadinha)
disse
Nana
às
16:20
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